Um pouco de tudo!

Aprendi que a vida é feita de momentos e de nada adianta ficar pensando no que passou ou no que viverei..Hoje é o dia, este é o meu momento!

Segunda-feira, Dezembro 26, 2005

Revolução na Alma

Ninguém é dono da sua felicidade. Por isso, não a entregue nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém.
Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.
A razão da sua vida é você mesmo.
A sua paz interior é a sua meta!
Quando sentir um vazio na alma, quando acreditar que ainda está faltando algo, mesmo tendo tudo, leve o pensamento para os seus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe em você...
Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante.
Não coloque objetivos longe demais de suas mãos, abrace os que estão ao seu alcance hoje.
Se anda desesperado por problemas financeiros, por amor ou por conflitos, busque em seu interior a resposta para acalmá-los. Você é reflexo do que pensa diariamente.
Um sorriso no rosto é um bom começo!
Você estará afirmando para você mesmo, que está "pronto" para ser feliz.
Trabalhe, trabalhe muito a seu favor.
Pare de esperar a felicidade sem esforços.
Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda.
Critique menos, trabalhe mais.
E, não se esqueça nunca de agradecer.
Agradeça tudo que está em sua vida nesse momento, inclusive a dor.
Nossa compreensão do universo, ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja...
Por fim, acredite que não estaremos sozinhos em nossas caminhadas, um instante sequer...
Se nossos passos forem dados em busca de justiça e igualdade!

Essa mensagem termina com um pensamento do filósofo grego Aristóteles:
"A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las."

Segunda-feira, Dezembro 19, 2005

Espírito Natalino




O natal está chegando e percebo muitas pessoas se preparando para uma ceia inesquecível, farta ou não dependendo das condições de cada um, mas percebo também que algumas pessoas aproveitam a época para falar com aqueles que durante todo o ano viraram o rosto, brigaram e aproveitam a data para dar até um presentinho pois afinal, é natal! Mas por quê não fazer isto durante todo o ano? Por quê aproveitar alguns goles a mais para dizer o que não tiveram coragem de enfrentar durante todos os dias? Sinceramente? Acho tudo isto hipocrisia! Por isto, procuro fazer minha reflexão, minha auto análise e se não fiz as pazes com alguém durante o ano, não será na véspera do natal que farei. Reconhecerei minha fraqueza, falta de humildade, e orarei por aquela pessoa. Mas não procurarei por ela somente naquela data porque todos acham que porque é natal tudo deve ser esquecido e no ano que recomeça, as diferenças continuam...
Posso estar sendo rígida demais, mas procuro ser sincera comigo e com os outros. Não faço com os outros o que não gostaria que fizessem comigo. Acharia uma falsidade se alguém que não fala comigo durante todo o ano viesse me presentear para aquebrantar e depois de uns golinhos a mais viesse me dar um abraço e nem tocasse no assunto pois afinal, quem quer lembrar o que passou no natal? Para muitos, é época de dar e receber presentes e principalmente, fartar-se de uma boa ceia em suas casas e nas alheias..
Prefiro ficar na minha, e lembrar que o verdadeiro motivo do natal é outro, o aniversariante não são os amigos, quem merece ser presenteado não são os parentes, e nossas atitudes deveriam ser outras...Mas cada pessoa com sua forma de pensar e isto é aceitar as diferenças, que é algo que procurei fazer durante todo o ano. Tentar aceitar que as pessoas não são iguais a mim, não precisam pensar como eu, mas também gostaria que aceitassem a minha opinião.. Aceitar as diferenças... Uma coisa muito difícil!!
Apenas um desabafo! Por hoje é só!
Beijocas.

Segunda-feira, Dezembro 12, 2005

A DESPEDIDA DO AMOR

Existem duas dores de amor: A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também... Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida... Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, lógicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar. É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a "dor-de-cotovelo" propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo". Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente... E só então a gente poderá amar, de novo.

Martha Medeiros.

Sentir-se amado

A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização
O cara diz que te ama, então tá. Ele te ama.
Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado.
Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se.
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também?
Pactos. Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois.
Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando. "Não seja tão severa consigo mesma, relaxe um pouco. Vou te trazer um cálice de vinho."
Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d’água. "Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando?" Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. "Vem aqui, tira esse sapato."
Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido.
Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta.
Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.

Domingo, Dezembro 11, 2005

O Analista




Iniciei a leitura de um novo livro: O Analista. Comprei o livro na sexta-feira e já estou no capítulo 10. O livro é simplesmente fantástico! Empolgante, e você acaba por ficar preso à leitura e não sente vontade de parar...
Mais uma indicação aos que gostam de leitura!

Sinopse:

"Feliz aniversário de cinqüenta e três anos, doutor. Bem-vindo ao primeiro dia de sua morte"
Dr Frederick Starks, um psicanalista de Nova Iorque, acaba de receber uma carta misteriosa e ameaçadora. Agora ele se encontra no meio de um terrível jogo criado por um homem que se autodenomina Rumplestiltskin. As regras são as seguintes: em duas semanas, Starks deve descobrir a identidade do seu perseguidor. Se conseguir isso, estará livre. Se falhar, Rumplestiltskin destruirá um por um, cinqüenta e duas pessoas ligadas a Starks - a não ser que o bom doutor concorde em se matar. Em uma corrida eletrizante contra o tempo, ele está à mercê de um infernal jogo de vingança de um psicopata. Precisa encontrar uma forma de deter o maníaco - antes que ele mesmo fique louco...

Obstáculos e Vitórias

Um rico fazendeiro, grato a Deus por sua grande prosperidade, resolveu doar uma parte de suas terras.
Queria que todos tivessem a mesma oportunidade de receber o presente. Colocou na estrada, bem em frente à sua casa, uma grande pedra. Depois, ficou escondido para ver qual seria a reação daqueles que por ali passassem, já que era caminho obrigatório...
Durante horas viu seus vizinhos e até desconhecidos cruzarem por aquele caminho.
Todos desviavam do obstáculo e alguns reclamavam bastante do descaso daquele rico fazendeiro.
"O homem tem tanto dinheiro e tantos empregados e nem se importa com o fato de estar atrapalhando a passagem dos outros. Que absurdo!", eram os comentários mais freqüentes.
De repente, passou pelo local um humilde empregado de um sítio vizinho.
Ao ver a pedra, deixou de lado o que tinha nas mãos e, com muito esforço, arrastou a pedra até o canto da estrada, liberando o caminho para ele e para quem mais viesse a passar por ali.
Quando voltou para pegar suas mercadorias, percebeu que, bem no local onde se encontrava a pedra, havia uma pequena bolsa.
Abrindo-a encontrou a carta do fazendeiro dizendo que a pessoa que tirasse a pedra do caminho receberia de presente uma de suas melhores fazendas.
É comum reclamar quando as dificuldades surgem no meio do caminho. Lamentar a sorte e até fazer comparações com outros que parecem ter uma vida melhor...
Mas, o que precisamos entender é que, muitas vezes, são as dificuldades e obstáculos da vida que nos proporcionam as melhores oportunidades de crescimento e vitórias.
Autoria de Paulo Roberto Barbosa

Sábado, Dezembro 10, 2005

Quem é você?




Você é quem acredita ser...

Quando se deixa influenciar pelas opiniões de outras pessoas, você abandona a sua verdadeira essência, perde a naturalidade.

Agir de acordo com padrões impostos pode ser de utilidade para uma vida em harmonia dentro de um grupo, de uma sociedade.

Mas, aceitar como verdade cada julgamento sem antes analisá-lo, faz com que uma pessoa acabe se esquecendo de quem é realmente.

Ouça o que as pessoas dizem, aprenda com elas.

Mas não seja elas!

Os amigos, na maioria das vezes, verão em você apenas as suas qualidades, o que você tem de melhor; ou...O que mais combine com o que eles acreditam ser o melhor.

Seus adversários, por outro lado, apontarão todos os seus defeitos, ou o que a eles incomoda.

E você?

Como se vê realmente?

Olhe para dentro de si e reflita, seja honesto consigo mesmo.

Todos temos defeitos e qualidades. São eles que nos tornam seres únicos.

Se enxergarmos apenas nossas qualidades correremos o risco de nos tornarmos arrogantes;

Se valorizarmos os defeitos, provavelmente, nos transformaremos em pessoas com baixa autoestima.

Seja sincero no seu julgamento. Mude o que achar que o incomoda. Valorize o que achar que o torna uma pessoa melhor.

Mas, acima de tudo, mantenha o respeito a si mesmo.

Seja o melhor possível, mas, acima de tudo...

Seja VOCÊ!

Quarta-feira, Dezembro 07, 2005

Quando Nietzsche Chorou



Lí este livro maravilhoso num piscar de olhos de tão envolvente que é! Como já havia assistido o filme "Freud além da alma", percebí muitos detalhes no livro que são encontrados também no filme. Para quem gosta deste tipo de leitura,eu recomendo!

Author: Yalom, Irvin D.
Esta é uma envolvente mescla de fato e ficção, um drama de amor, fé e vontade tendo por pano de fundo o fermento intelectual da Viena do século XIX às vésperas do nascimento da psicanálise. Friedrich Nietzsche, o maior filósofo da Europa... Josef Breuer, um dos pais da psicanálise... um pacto secreto... um jovem médico interno de hospital chamado Sigmund Freud: esses elementos se combinam para criar a saga inesquecível de um relacionamento imaginário entre um extraordinário paciente e um terapeuta talentoso. Na abertura deste romance irresistível, a inatingível Lou Salomé roga a Breuer que ajude a tratar o desespero suicida de Nietzsche mediante sua experimental terapia através da conversa. Ao aceitar relutante a tarefa, o eminente médico realiza uma grande descoberta: somente encarando seus próprios demônios internos poderá começar a ajudar seu paciente. Assim, dois homens brilhantes e enigmáticos mergulham nas profundezas de suas próprias obsessões românticas e descobrem o poder redentor da amizade.

Domingo, Dezembro 04, 2005

Mude



...mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira,no outro lado da mesa. Mais tarde, mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua. Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus. Mude por uns tempos o estilo das roupas. Dê os teus sapatos velhos. Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira para passear livremente na praia, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas. Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama...depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de tv, compre outros jornais...leia outros livros, viva outros romances.
Não faça do hábito um estilo de vida. Ame a novidade. Durma mais tarde. Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua. Corrija a postura. Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia. O novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor, a nova vida.
Tente. Busque novos amigos. Tente novos amores. Faça novas relações.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome outro tipo de bebida compre pão em outra padaria. Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado...outra marca de sabonete, outro creme dental...tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores. Vá passear em outros lugares. Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos, escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Mude.Lembre-se de que a Vida é uma só. E pense seriamente em arrumar um outro emprego, uma nova ocupação, um trabalho mais light, mais prazeroso, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as. Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas.Troque novamente. Mude, de novo. Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas, mas não é isso o que importa. O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia. Só o que está morto não muda !
(Edson Marques)